Conforme prometido - e quase não cumprido - este é o post de encerramento do blog. Afinal, não faz mais sentido Godoit in Detroy, se a Motor City já ficou para trás. Agora é Vila Pompeia, mano, subdistrito de Perdizes - um dos maiores bairros de São Paulo, segundo as incorporadoras imobiliárias, só perde para Saúde (que vai da Vila Mariana a Cubatão) e Morumbi (que já está chegando em Curitiba).
| Washington, maio |
Chegamos há 15 dias, e como já disse, amei e odiei tudo - ao mesmo tempo. Bem paulistano. Amei reencontrar meus pais, minha Nonna, meus primos e tias, ouvir música alta, todo mundo falando ao mesmo tempo, ganhar e dar muitos abraços - e a possibilidade de encontrar mais gente querida nos dias que virão. Adorei também voltar a entender totalmente o idioma das ruas, com tantos sotaques e semblantes. Até na Santa Ifigênia já fui, atrás de um chip para transformar nosso GPS gringo em brazuca e me diverti com os vendedores chamando o pessoal na rua para comprar equipamentos piratas certificados. Só aqui.
| New York, julho |
| Chicago, julho, setembro, novembro |
| Mackinac Island, outubro |
| Detroit, setembro |
| Alpena, outubro |
Além dos lugares incríveis que conhecemos - conseguimos visitar as maiores cidades norte-americanas, só faltou Boston e Seattle, mais o estado de Michigan de cabo a rabo - pude desmistifcar muitas ideias que eu tinha dos nativos (e confirmar outras). Eles são, no geral, amáveis, dispostos a ajudar (claro que em restaurantes a gorjeta é um belo incentivo), solidários (não só quando acontecem tragédias ou furacões, mas com o vizinho, com o bairro, com a cidade decadente que é Detroit), focados, objetivos - e pontuais!
| Disney, novembro |
| San Francisco, novembro |
| Festival da Renascença, agosto |
| Detroit Zoo, maio |
E para mim... bom, descobri que meu inglês podia ser bom para falar com italiano, francês e alemão, mas com os nativos não funcionava. Os primeiros dias foram um apagão total. Eles não me entendiam e eu não os entendia. Pior, quando abria a boca, as palavras vinham em alemão - que, descobri, ainda não esqueci -, mas com muito esforço de minha parte (modéstia é meu segundo nome) e um professor limitado mas dedicado, que vinha todos os dias na minha casa às sete da manhã, saí de lá entendendo e sendo entendida por quase todo mundo - o sotaque é outra história.
| Charlevoix, agosto |
| Orlando, novembro |
ameiiiii!!!!! Serio, escreve um livro!! Você escreve bem pra caramba!! :)
ResponderExcluirNossa Pero de Vaz Caminha da viagem! Contou com incrivel sensibilidade tudo o que vimos juntos. Confesso que passei a gostar mais de alguns dos lugares e de algumas das situacoes somente depois de ler o blog. Ficou lindo!
ResponderExcluirBeijos,
Roberto
Meus dois lindos, tudo só valeu a pena graças a vocês.
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